quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Mais e menos


Encarar os desafios.
Fazer planos e trabalhar por eles.
Amar a família, os amigos, o peixinho, o gato - seja ele de 4 ou 2 patas.
Falar ao telefone, pq nem só de SMS e tweets vive o homem.
Vestir-se do seu jeito e não como fashion victim.
Ler mais Vogue, The Economist, Bravo.
Ler menos Quem, Contigo e tabloides das Casas Bahia.
Um mojito na sua mesa, dois na minha.
Menos Geisy Arruda. Mais Cleópatra.
Mais filosofia. Menos hipocrisia.
Beijos demorados. Saudades rápidas.
Menos Datena. Mais Luciana Liviero e Renata Vasconcelos.
Redes sociais para aproximar as pessoas, não pra afastá-las mais.
Malhar também o cérebro, não só o corpo.
Ir à Zagreb ou Durban. Voltar de Maputo.
Fazer amor...não fazer sexo.
A volta do pão embrulhado no papel. O fim das sacolas plásticas.
Trocar o clonazepam pela centella asiática.
Mais rock n roll, menos Calypso.
Um mundo sem Paris Hilton e com 10 "Gisele Bündchen".
Mais pessoas com as ideias de Obama e a coragem de Ahmadinejad.

Reciclar os materiais... e as ideias também.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

RECORDAÇÕES


Queria ter de novo aquela inocência dos 5 anos, que era cheio de sonhos, montava casas e prédios com Lego, tropeçava nas palavras em inglês, escrevia livrinho de histórias, ouvia "La Isla Bonita", tinha medo de andar de bicicleta, gostava de chocolate Surpresa e q pensava q beijinho era um doce de côco q minha tia fazia..

Claro que a maturidade traz muita coisa boa... aprendemos muito e a duras penas...

Mas quando eu era criança, não existia o mal... eu adorava brincar com fogo - literalmente. Minha mãe dizia que era pra eu tomar cuidado com o "Zóid Fogo", pois ele poderia me pegar quando eu fosse dormir...Que as crianças nunca leiam este texto, mas ele jamais me pegou, e sempre fui muito pirofágico - brincava com pirocóptero hahaha. Falando sério, até mesmo quando eu descobri que na verdade se tratava do "Olhos de Fogo", ele também não apareceu.

Uma coisa que claramente me lembro também é meu vício em livros, revistas, enciclopédias... eu tinha aprendido a ler com 4 anos. Era um ratinho de biblioteca...

Já com 6 anos, nos mudamos de Juiz de Fora para Tocantins em 06 de abril de 1987, numa viagem de mais ou menos 2 horas de caminhão, com direito a colchão caído (e quase perdido) pela estrada.

Chegamos numa tarde ensolarada. Meus avós, que à época moravam na zona rural, estavam nos esperando com embornais de frutas e três litros de leite. Era uma casa muito pequena, num terreno grande...que contraste! Mas para meu irmão - até então com dois anos de idade - era ótimo, pois usávamos um declive do terreno para brincar de velotrol. Eu o levava até o alto, próximo ao portão que dava para a rua e de lá ele descia numa pequena velocidade, porém numa grande alegria.

São tantas as recordações, as lembranças... Dá pra dizer, do alto dos meus 29 anos que tudo valeu a pena.

Valeu a pena rir de tudo: máximas do Barão de Itararé; filmes dos Trapalhões; TV Colosso; Terça Insana; piadas do Ary Toledo (sim, tive essa fase na minha vida, pasmem!); das besteiras que meu irmão dizia...e daquelas que eu mesmo fazia.

Valeu a pena chorar...chorar pelas pessoas que se foram, chorar pelas desilusões amorosas, chorar por não poder ter coisas que eu queria... chorar pelos animais que conviveram comigo e se foram também (papagaio, cachorra, gato de 4 patas)... valeu a pena chorar até pelos discos de vinil arranhados, as fitas cassete e de vídeo emboladas...se eu soubesse que o CD, o DVD e o Blu-ray viriam, eu nem teria ligado.

Muitas vezes na vida nos falta essa inocência em pensar que algumas coisas são definitivas e outras são do tamanho dos nossos sonhos.

Eu nunca me considerei uma criança normal: ouvia música clássica, não gostava de brincar, mas brincava. Não era de subir em árvores. Não pulava a cerca para pegar frutas nas casas dos outros. Não empinava pipa. Não trocava figurinhas de chiclete. Não brincava de lutinha - exceto com meu irmão. Não nadava em rio. Não faltava à aula. Meu irmão fez tudo isso...e ele foi e ainda é feliz!

Meus companheiros sempre foram os cadernos, os livros...não me arrependo - ABSOLUTAMENTE. Só fui brincar mesmo quando ele já estava maior...aí passava horas e horas com o Lego ou outros brinquedos de montar. Mas eu gostava mais era de admirá-lo brincando: ele transformava um cabo de vassoura num cavalo e saía pelo terreiro... o mesmo cabo que virava uma espada e por aí vai...

Profissões? Nossa, sempre gostei de dar aula... e meu irmão DETESTAVA que eu desse aula pra ele. Essa é uma longa história...mas pseudo-oficialmente, comecei dando aula aos 11 anos - de Inglês, Francês e Alemão para meus vizinhos...eles até que prestavam atenção e aprendiam. Um dia desses achei um cartaz de cartolina com os números do 1 ao 10 escritos nesses idiomas.
As aulas nunca pararam, os idiomas também não. Muita gente perguntava o motivo pelo qual eu estar tão ávido por aprender línguas e eu sempre dizia que queria ser um correspondente internacional para viajar e conhecer o mundo, como na época o Pedro Bial era. Me lembro dele no Jornal Nacional mostrando a queda do muro de Berlim.

Uma grande paixão:
A primeira vez que fui a um aniversário e vi uma câmera de vídeo fiquei impressionado. Eu disse a mim mesmo que aquilo seria minha profissão. O caso era tão sério que eu sempre lia sobre esses assuntos de filmagem e tal. O meu vizinho naquele tempo era - e ainda é - um famoso "retratista" aqui da cidade, claro, hoje já utilizando equipamento de última geração.
A questão da câmera era tão intensa e presente, que minha mãe sempre achava que a primeira coisa que eu compraria com meu primeiro salário seria uma câmera de vídeo, mas não foi.

Para eu me manter atualizado, eu pedia cópias das reportagens antigas da revista Superinteressante, que eles mandavam pelo correio, pois eu não tinha condições de comprar a revista. Foi naquela época que comecei a me familiarizar com lentes como Carl Zeiss, Schneider Kreuznach, entre outras... que hoje facilmente encontramos nas câmeras de nossos celulares. Conheci o CD-i da Philips que não foi pra frente, mas evoluiu para o DVD... lia sobre movie-making, desde técnicas de chroma-key até enquadramento - uma das minhas manias era ficar olhando para as paisagens e colocando as duas mãos na frente para "testar o enquadramento" hahaha... Até filme animado num rolo de papel com vários desenhos cheguei a fazer. Essa foi - e agora mais do que nunca é - uma grande paixão.

Eu desenhava tantas plantas de casas - além daquelas que eu construia com Lego - que eu achava que seria arquiteto, mas muito mais tarde descobri que eu não teria sucesso com os números durante o curso.

Foram tantas coisas... até experiências químicas eu gostava, só pra ver no que dariam e claro... talvez usar um dia os materiais como artefatos cenográficos na produção de algum filme. Nunca misturei ácido com água nem descobri como que o gelo seco funcionava. Poor boy!

Essas e tantas coisas vieram ao meu pensamento hoje porque nesta semana darei um passo muito importante. Sei que passarei três meses na África, mas não sei se ficarei só este tempo... as oportunidades pra mim hoje no Brasil estão muito limitadas.

São tantas as lembranças, tantos filmes, pessoas importantes que estão comigo desde que nasci, ou há menos tempo, a quem dedico meus melhores pensamentos, minhas orações, meus pensamentos positivos...meus sentimentos mais sinceros.

Deixar o lugar que você gosta, sua família e amigos, é como abandonar suas raízes, mas as recordações irão contigo...
Eu cheguei a um ponto no qual pensar em mim está sendo primordial. E logo eu que sempre pensei nos outros!

Posso me mudar até para o Azerbaijão ou ir para o plano espiritual, mas as recordações são indeléveis, sempre estarão comigo e farão parte daquilo que chamam de vida. Fazem parte da minha alma.


quinta-feira, 24 de junho de 2010

Priviet ! Привет!




São raras as vezes numa viagem quando encontro alguém que realmente faz a diferença, seja apresentando o lugar ou dando informações sobre a cultura e etc.

Essa é uma série com histórias sobre a primeira vez que fui a Moscou, um dos lugares que mais gosto nesse mundo, e como as conversas rápidas porém concisas, com D. Irina, fizeram a diferença em terras onde São Jorge é o padroeiro.

Mesmo para que não queira ir à Rússia, será uma interessante viagem, com direito a fotos e vários registros de mais uma viagem incrível... uma cultura rica como várias, um lugar de contrastes, que nem África, mas com umas das maiores taxas de alcoolismo do mundo, onde é possível comprar vodka por menos de R$ 2,00 no mercado negro... deve ser veneno...

Breve! Скоро!


Привет! Беседы с леди Ирина

quarta-feira, 9 de junho de 2010

BACK TO THE JUNGLE


Não sei se o ser humano é feito mais de inspirações do que transpirações... mas aos poucos voltarei à vida blogueira, principalmente por causa dessa minha vontade de expressar minhas emoções...

Quero falar dessa nova fase e de todo o tipo de coisa...

Amanhã será o retorno de Jedi, eu PROMETO!

segunda-feira, 15 de junho de 2009

AS INSPIRAÇÕES

Legendas, ou melhor, fotos para fatos do post anterior.
As inspirações e lembranças...
a tatuagem, o Vegvísir

A Serra de São José, vista de Santa Cruz





Tiradentes, Igreja Matriz ao fundo, a cruz,
do alto da Igreja da Hilda Furacão


http://www.youtube.com/watch?v=HSQXQn5Dy2w
Hilda Furacão e o Santo na cena da cruz

OS CRIADORES, AS CRIATURAS


São 22:22hs de um domingo 14 de junho de 2009.

Recebo pelo MSN a notícia de que o filme finalmente chegou ao fim (redundante mas impactante), ou seja, o trabalho de Hércules de editar o material, à cargo do meu amigo, protagonista, roteirista, baixista e etc... Marco Aurélio terminou.

O mais engraçado é pensar no início de tudo...
Uma tatuagem que fiz de um símbolo viking - chamado Vegvísir - que não só copiei da Björk, mas busquei nele exercitar o seu maior signifcado - uma bússola que os povos nórdicos em batalha utilizavam, fosse ela desenhada em suas testas com sangue ou saliva, para não se perderem no meio da neblina.

Depois da bússola, agora cravada para sempre no ombro esquerdo, veio, em seguida, uma ida à Tiradentes, desta vez sem qualquer preparação logística, sem reserva de hotel, motorista, horários, roteiros... nada! Saí de Dores de Campos bem cedo, de ônibus e com uma mochila, fui até a cidade mais próxima, Barroso, onde fiquei esperando o próximo ônibus para São João Del Rey.

Naqueles minutos na rodoviária de Barroso, muita coisa veio à cabeça - amores, dores, calor, frio, calafrios, incertezas, mudanças, lágrimas, celular com mensagens, muita coisa. Veio o bus pra São João. Entrei, ninguém conhecido. Better this way.
De lá, para Tiradentes e por uma estrada que não conhecia, que passava por Santa Cruz, brindando meus olhos com uma linda vista da Serra de São José, com uma linda lagoa... amostras das belas montanhas de Minas Gerais. E eu só lembrando daquela trilha sonora do Marcus Viana para o programa "Terra de Minas".

Tiradentes, here I am.
Parei no Chafariz - parada obrigatória - tomei água nas três bicas como de costume (ou seria superstição?) e de lá fui diretamente para meu ponto favorito: a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, por mim conhecida como "Igreja da Hilda Furacão", por causa daquela cena da minissérie da Globo na qual a Hilda se entrega de corpo e alma (mais corpo do que alma, diga-se de passagem) ao Frei Malthus, o Santo.

Pausa: Nossa! Tantos Santos, né?

Anyway.
Fiquei ali, admirando a paisagem, primeiro rezando aos pés da cruz. "Hilda" não apareceu, não se entregou, porém telefonou, me deixando aos prantos...

Naquele minuto após o telefonema, naquele lugar, sentado próximo à porta da igreja, senti que eu deveria mudar. Que Deus tinha me levado até lá pra eu não me perder.

Não sou católico praticante, apesar de ter seguido todo o cerimonial e até ter sido crismado. Já conheci várias religiões - a serenidade do Budismo; o respeito às leis divinas dos Muçulmanos; a certeza dos Evangélicos e Judeus; o tradicionalismo da Igreja Ortodoxa em Moscou; a pulsação e a força do Candomblé; só falta agora o Tom Cruise me convidar pra conhecer a Cientologia...Eu vou!
Foi assim que tudo começou...
Que tal fazer um filme sobre alguém refletindo pra não se perder?

Um turbilhão de ideias (que à época se escrevia "idéias") que foi difícil controlar...
Mas foi só começar a debulhar tudo para o Marco Aurelio - mais que um colega de trabalho, um brother - e tudo foi se desenrolando.
Daí pra frente, despejei muita coisa nos ouvidos dele e ele desembolou tudo num roteiro pelo qual fiquei apaixonado desde a primeira leitura. Como alguém conseguiu captar tanta coisa de uma só vez? E o melhor é que ele colocou muita coisa dele também. Foi um conceito que ele transformou num roteiro no qual qualquer um de nós facilmente se encaixaria, porque vivemos nessa busca constante, seja ela pela verdade, pelo amor, pela saúde, pela beleza, buscamos de todas as formas uma maneira para não nos perdermos.

Em seguida, ajustes no roteiro, escolha das locações, agenda difícil de conciliar com as filmagens. Mais do que áudio e vídeo, desejávamos produção também em alta definição. O veículo que seria um fusca, virou uma TL emprestada... primeira rodagem num domingo às 6hs da manhã no Livramento, com frio, neblina, Genesis e Little Caetano totalmente embriagados, acompanhados pela Mayara (namorada do Caetaninho) que mesmo cansada, conseguia rir do estado dos rapazes.
Marco Aurelio, Natália (sua senhora) e eu na maior concentração...

E por aí os desafios que toda equipe (ou tripulação) de primeira viagem tem que enfrentar num primeiro cruzeiro, desta vez uma incursão pelo mundo da Sétima Arte.

Muita coisa, horas e horas de rodagem, equipe reduzida mas muito competente.

Outro dia de rodagem, só que quase 1 ano depois... a ideia perdeu o acento, mas nós não tínhamos perdido a vontade, a esperança, a garra.

Assim foi o início de tudo.

Dedico este trabalho a este maravilhoso casal que vi estrear, ou melhor, fotografei o primeiro beijo...

O Marco apareceu me mostrando um rock que eu não conhecia...o rock dos amigos, dos ensaios de garagem acompanhados por um ignorante (eu) que achava que guitarra e baixo eram a mesmíssima coisa. Primeiro ele me achou um prego por eu ter falado da foto com o Bono, mas depois eu mostrei pra ele que tenho um parafuso solto.

A Natália, desde o primeiro momento, vi que tinha ares de realeza. Não só por pertencer à casta do poder executivo da cidade, mas por ser simples e chique ao mesmo tempo... só Coco Chanel conseguiu isso. Uma doçura fora do comum, mas também tem seu lado Ray of Light, trazendo muito mais do que um rostinho feminino bonito ao filme... ela trouxe a alma feminina, uma pincelada única, um colorido que os machos não podem fazer porque não brincam com giz de cera - nem com a maquiagem da Lancôme.

Um casal bastante invejado porém fortalecido pelo sentimento singelo que os une. Uma sinergia fora do comum, que ao ver este curta espero que todos consigam captar.

Muita gente fala do final, pergunta como vai acabar... Só posso dizer uma coisa, foi lindo!
A cena foi rodada 3 vezes e tudo foi perfeito!

Bem que o Pedro Almodóvar fala sobre sua preferência por triangulações em seus filmes...
Ele diz que o 3 é mágico, que tudo acontece depois do 1 - 2 - 3.

E assim nós 3 formamos essa equipe, que ajudada por poucos mas muito dedicados colaboradores, criou mais uma obra para a posteridade.

Porque nós não duraremos para sempre...nossas ideias SIM.
Somos os criadores e as criaturas.

PARABÉNS E OBRIGADO, Marco Aurelio & Nat!
P.S.: Escrevi este post ouvindo "Amanhecer", de Peer Gynt.


quinta-feira, 11 de junho de 2009

pra eu não me perder - o filme

Cartaz de divulgação do curta-metragem Pra Eu Não Me Perder.
Em breve, o lançamento do DVD contendo além do filme, extras, making of e
fotos dos bastidores.

domingo, 7 de junho de 2009

O PRIMEIRO DIA DO RESTO DE NOSSAS VIDAS...

Mais uma semana começando e bem agitada... cheia de novidades e eu só respirando e transpirando felicidade e esperança... é muito bom saber que mesmo o céu estando nublado, triste, cinzento, viver sem aquela pessoa é uma perda de tempo, que nem o Coldplay canta em Strawberry Swing...

Adoro!

Boa semana a todos!


NOW THE SKY
COULD BE BLUE
I DON'T MIND
WITHOUT YOU
IT'S A WASTE OF TIME

(Trecho de Strawberry Swing/ Coldplay)

sábado, 6 de junho de 2009

FERVENDO A ZERO GRAU

Dias agitadíssimos por causa de trabalho e mil coisas, ainda mais agora com a finalização do meu primeiro curta-metragem "PARA EU NÃO ME PERDER", cuja edição eu perdi por conta da tecnologia e ficou a cargo do mentor do projeto, Marco Aurélio Resende aka Narco Aurélio.

Mas o bebê está quase nascendo... acho que pra mim e para o Marco será um marco, capisce?

EM BREVE RELEASE DO FILME E PRIMEIRAS IMAGENS!

Fique com bastidores...

Marco Aurélio numa das marcações de cena.



Eu à procura do melhor ângulo...

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O DIA EM QUE A TERRA PAROU


Regresso da Europa,
As contas chegaram,
O seguro-desemprego também - Que bom! Hehehe

Nada de gripe A.

Mas uma alegria que toma conta a cada dia do meu ser que é difícil explicar.
Estou vivendo um dos momentos mais felizes da minha vida.
Tenho mais ESPERANÇA que a novela do Benedito Ruy Barbosa.
Estou vivendo com mais ALEGRÍA que o espetáculo do Cirque du Soleil.
Oportunidades de trabalho chegando e novos horizontes se abrindo...
Viver momentos de carinho e amor numa noite que nao foram vividos em ANOS...
Podia ter sido one-night-only, mas repetiu-se, marcou-me para toda uma vida, trazendo felicidade onde antes só pulsavam mágoas...

Meus VERDADEIROS AMIGOS estao mais unidos do que nunca comigo, tentando ajudar-me a encontrar um trabalho ou oferecendo trabalho, como a Carol, que me convidou para ajudá-la a agenciar DJs pela GLOBE AGENTS... Depois de aprovado no teste - segue marketing do DJ CHOPSTICK - agora o mundo é NOSSO.

Minha família é um porto seguro pra mim e eu pra eles.

Buenos Aires nao ficou para segundo plano, ainda está lá, é uma questao de prática e planejamento...

A cada dia estou descobrindo que viver é mais que um prazer, é um privilégio, a chance que Deus nos dá de buscar nossa FELICIDADE. E estou lutando pela minha, tanto profissionalmente, quanto sentimentalmente... e falo pra vcs uma coisa... tá bommmmm!!!

Mas a vida tem o lado B: a ediçao do filme que nao deu certo no meu Mac, mas que o Marco Aurélio fez e ficou nota 1000. Ainda estou morrendo de vergonha dele pelo meu faux pas, mas espero que até a estreia do curta em Cannes eu já tenha superado este percalço da vida.

Bom dia e bom finde pra todos! Tenho que sair correndo agora. A vida está batendo na minha porta e tenho que ser FELIZ, agora mais do que nunca, porque a vida é agora, como diria Visa.